A Libras é a abreviação para Língua Brasileira de Sinais. Ela foi originada na Língua de Sinais Francesa (LSF), sendo criada junto com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (NES). Então, este texto vai contextualizar e detalhar características principais da Libras, assim como mencionar sobre a história de origem dela. Para isso, o nosso texto vai responder às seguintes perguntas:
Vamos entender todos esses conceitos e muito mais no artigo abaixo. Continue a leitura e se surpreenda! Afinal, a Libras, mais do que uma forma de comunicação, faz parte da cultura nacional.
Para responder a questão, vamos analisar a história. No ano de 1880, acontece o Congresso de Milão, um congresso de educadores de pessoas surdas. Nesse contexto, a comunicação através das línguas de sinais foi proibida. Ficou definido que a oralização era a melhor maneira de comunicação para a comunidade surda.
Em outras palavras: pessoas surdas deveriam aprender a realizar leitura labial e oralizar. O intuito era se comunicar do jeito mais parecido com pessoas ouvintes. Essa decisão afetou a vida de muitas pessoas surdas no mundo todo.
Após muita militância pela educação das pessoas surdas, a Libras acabou sendo reconhecida como uma língua no Brasil pela Lei 10.436/2002.
Sim! Esse fato caracteriza a Libras como uma língua não universal. Afinal, a estimativa é que haja entre 138 e 300 diferentes línguas de Sinais espalhadas pelo mundo.
Há até variações destas línguas de Sinais por conta de grupos de afinidades ou regionalismos. Confira esses exemplos:
Em se tratando de línguas de outros países, podemos citar:
Imagine a língua como um organismo vivo: está constantemente mudando e se adaptando. A Libras, enquanto língua viva, sempre passa por transformações e formação de novos vocábulos.
Por isso, alguns sinais possuem variações segundo o local em que a pessoa vive. Esse fenômeno é conhecido como regionalismo. Da mesma forma, temos nomes como mexerica, bergamota e tangerina para nomear a mesma fruta em diferentes regiões.
O regionalismo tende a representar tradições e cultura de regiões. Ele é uma variação linguística: Diferentes termos definem a mesma palavra. Diferenças nas gerações, cultura e geografia influencia diretamente no regionalismo.
O sinal de “solteiro” usado no Nordeste é parecido com o do Sul, por exemplo. Há poucas diferenças: No Nordeste, o uso do sinal é o oposto do Sul. O mesmo sinal fica deslocado na frente do corpo, em ponto de articulação. Outro exemplo: O sinal de “validade” no Nordeste significa “atrasado” no Sul.
Pesquisas elaboradas pela Federação Mundial dos Surdos apontam que 80% das pessoas surdas no mundo apresenta dificuldades nas línguas escritas. Esse fato é explicado pelas dificuldades de acessar oportunidades educacionais.
Por conta disso, língua de sinais é uma alternativa comunicacional. Com a Libras, pessoas surdas podem participar do cotidiano de forma equitativa e inclusiva. Aliás, a linguia de sinais é uma chance para pessoas surdas criarem uma identidade própria e se comunicarem autonomamente.
Além dos mais, a língua de sinais é muito usada por pessoas com outras deficiências como paralisia cerebral, autismo e Síndrome de Down.
O propósito desta parte do artigo é apresentar rápidas questões estratégicas que expressam todas as ideias trabalhadas no artigo. Com elas, vamos aprender mais e com profundidade.
Sim, a Libras foi reconhecida como uma língua oficial no Brasil pela Lei 10.436/2002, após a militância pela educação de pessoas surdas.
Sim, existem entre 138 e 300 línguas de sinais no mundo, com variações regionais e até específicas para grupos como o sertão do Piauí e povos indígenas como o Kaapor.
A Libras, como uma língua viva, passa por transformações constantes, influenciadas por fatores como regionalismo, gerações, cultura e geografia, o que cria variações no vocabulário e nos sinais.
A Libras é crucial para a inclusão das pessoas surdas, proporcionando acesso à comunicação e educação. Além disso, ela ajuda na formação de uma identidade própria e é utilizada por pessoas com outras deficiências como paralisia cerebral e autismo.
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